Andar’em círculos
Parar’em quadrantes
Morrer’em retângulos
A vida passa geométrica
E quando me ponho
A tangenciar por obscuros
Ângulos, vacilo no eixo
E me perco numa reta
Geometria Meta-Euclidiana
Descanso às tuas curvas
Desarmônicas numa
Equação de eternas
Variáveis
Vetor sem direção,
Meu resultado é o infinito.
Nenhum comentário:
Postar um comentário