18.9.11
Solteirismo é a nova onda, será?
Cá me ponho a divagar sobre as reverberações da palavra “solteiro (a)”. Há quem a represente como sinônimo de liberdade (outorgada por jargões ‘ninguém é de ninguém’; ‘vamos celebrar o desapego’) não raramente ocultando insatisfações e carências. Outros sentem calafrios e nostalgias ao se sentirem representados por ela. Entre eles (impotentes), a (imponente) muralha: Tradição da vida a dois. Em épocas que relacionamentos começam-terminam em status de redes sociais, recorro a Sartre: “Liberdade não é fazer o que se quer, mas querer o que se faz”. Onde nos temos encaixado?
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